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Câncer de Mama – do diagnóstico à cura

Por Maria Helena Bellini

O Projeto Eu recebeu o Dr. Alexandre Vicente, mastologista com 30 anos de experiência, em uma entrevista, dentro da campanha do Outubro Rosa, bastante elucidativa a respeito do câncer de mama e sua prevenção.

O câncer de mama é segundo tipo que mais acomete brasileiras, representando em torno de 20,9% de todos os cânceres que afetam o sexo feminino ou 29,7%, excetuando-se o câncer de pele não melanoma, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA).

Os principais sinais da doença são: caroço, geralmente endurecido, fixo e indolor; pele da mama avermelhada ou parecida com casca de laranja, alterações no bico do peito (mamilo) e saída espontânea de líquido de um dos mamilos. Também podem aparecer pequenos nódulos no pescoço ou nas axilas.

O médico explica que a hereditariedade também entra na estatística. “Olhar as mulheres dentro do seu núcleo familiar e observar quem já teve. Se o seu histórico ancestral apresentar uma incidência alta... o risco é aumentado para você. Daí a importância de rastrear precocemente, por meio de exames de imagem. Eu diria que é fundamental. O rápido encaminhamento para a investigação diagnóstica de casos suspeitos e o pronto tratamento, quando confirmado o diagnóstico, resultam sempre em cura”, revela o especialista.

Porém não há uma causa única para o câncer de mama. “Envelhecimento (quanto mais idade, maior o risco de ter a doença), idade da primeira menstruação, ter tido ou não filhos, ter ou não amamentado (a amamentação é considerada um fator protetor), idade em que entrou na menopausa, história da família relacionada ao câncer de mama, consumo de álcool e excesso de peso estão entre os inúmeros fatores relacionados ao desenvolvimento da doença entre as mulheres”, elenca Dr. Vicente.

Além do autoexame regular, as mulheres a partir dos 50 anos devem fazer mamografia a cada dois anos, além do ultrassom das mamas uma vez por ano. Esses exames podem ajudar a identificar o câncer antes de a pessoa ter sintomas. “A mamografia é uma rotina adotada na maioria dos países que implantaram o rastreamento organizado do câncer de mama e baseia-se na evidência científica do benefício dessa estratégia na redução da mortalidade nesse grupo. Para as mulheres com mamas muito densas, o ideal é fazer também o ultrassom, pois este mostra estruturas que não podem ser vistas na mamografia. Eu recomendo!”.

A prática de atividade física e de uma alimentação saudável, com a manutenção do peso corporal adequado, estão associadas a um menor risco de desenvolver câncer de mama: cerca de 30% dos casos podem ser evitados quando são adotados esses hábitos.

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